A Evolução do Impossible.





Marcar como favorito    Publicado por:    ·   29/04/2015 às 09:58    Noticias



Rodney Mullen e Oceano Howell conversam um pouco sobre uma das manobras mais emblemáticos da história do skate mundial, e claro tem a mão ou melhor os pés de Mullen nesta criação, veja a matéria traduzida especialmente para você direto do canal Ride Channel.



Ver Dylan Rieder mandar um ollie impossible alto o bastante para pular um banco ou uma cerca, pode ate te fazer esquecer que a trick uma vez sumiu do skateboard por cerca de uma década. A manobra foi inventada por Rodney Mullen em meados de 1982, quando os vídeos de skate eram basicamente inexistentes, o ollie impossible parecia mais improvável que o próprio nome. Sim, Rodney criou a manobra - seguido por um movimento rápido e uma rotação de 360 graus do skate em torno de seu pé de trás, enquanto o pé da frente pairava livre sem esforço.

Mas nesse movimento, no lugar de um pop padrão, significa não ter a fluidez do ollie reto. O próprio Rodney admite que o nome é enganoso, é mais para um movimento de pressão do que qualquer outra coisa. E isso o faz difícil de dominar.

Não o bastante, skatistas o fizeram, e perto dos anos 90 o impossible saiu do plano liso para bordas, cantoneiras, rampas, gaps e até mesmo trilhos. Mas como o foco do skate mudou para mandar manobras altas e cair na base, sua popularidade diminuiu.


COMEÇO HUMILDE
Mullen lembra-se da origem da manobra.
“Eu estava voltando de uma filmagem com Stacy Peralta e Craig Stecyk e uma dupla da Bones Brigade que estavam no carro”. Ele diz -“Eu não falava muito naquela época, estava admirado com aqueles caras e eu era um moleque tímido. Alguém no carro disse que a ideia do shape dando voltas para frente no ar era impossível.”
Mullen logo chegou em casa em Gainesville na Flórida, ainda se recuperando de uma lesão. Esse tempo de inatividade provou ser crucial para o desenvolvimento do Impossible.
“Eu estava preso dentro de casa, brincando pelo carpete – eu simplesmente peguei meu skate e o pulei, do mesmo modo que segura-se o finger flip, com uma mão no nose. Eu comecei a roda-lo em torno de meu pé o fazendo girar”
Com a mecânica da manobra no lugar, o processo de aprendizado começa.
“Os primeiros que eu chutei, vieram alguns dias depois de voltar a andar. O primeiro começou a partir do tail – sob duas rodas, como tail no chão. Isso evoluiu rapidamente para em pé sob o tail, com o meu pé enganchando sobre ele ao invés de minha mão. Eu o fazia dessa maneira por meses."

Rodney Mullen, manobra Ollie Impossible
Rodney Mullen, manobra Ollie Impossible


De lá, as coisas mudaram rápido, com novas variações se materializando. Mas enquanto os skatistas de rua adotaram manobras como o kickflip, outra invenção de Mullen, eles eram mais lentos para dominar o impossible. Em 1990, no entanto, muitos o haviam dominado, fazendo dela uma trick essencial - algo que era praticamente obrigatória em qualquer desafio.


A EVOLUÇÃO
Um jovem e magrelo skatista de Huntington Beach, California, tinha particularmente um bom Impossible.
“Ed Templeton era esse garoto” diz Mullen.
Junto com Jason Lee, com quem cresceu andando de skate, Templeton estavala levando manobras de freestyle para a rua, fazendo-as com velocidade e precisão.
“Ele começou destruindo no chão plano, realmente bom no liso. Jason constantemente fazia linhas com chutes de flip na base.”
Ocean Howell, um nativo de San Diego que andava pela H-Street, e mais tarde pela Birdhouse também levitava nas tricks. “Eu me lembro de ter visto imagens antigas do Rodney mandando, mas isso foi antes de todos percebermos que podíamos fazer o que ele fazia nas ruas” diz Howell.
Templeton também foi uma influência.
“Eu me lembro de ver Ed nas demos em Vista, na igreja de Calvary. Eles colocaram vários obstáculos de madeiras alguns obstáculos muito ruins, inclusive um corrimão alto com PVC. Ed andava mais rápido que qualquer um no momento e mandava o impossible lipslide de fakie.”
Mullen prestava atenção. Ele seguiu a ascensão da trick, e assistiu Howell popularizar uma variação de front foot 180 por volta de 1990.


Ocean Howell, uma variação do Ollie Impossible
Ocean Howell, uma variação do Ollie Impossible


Howell chama essa variação de uma brincadeira – algo que ele e o amigo Markus Wyndham, um antigo atleta da H-Street, Blockhead e Planet Earth, aprenderam assistindo ao primeiro vídeo da H-Street, Shackle Me Not (1998) “Foi uma coisa descartável”, diz Howell. “Ray Simmons tem essas filmagens na rampa onde ele manda um Stalefish sobre a escada, mas em seguida há filmagens em uma quadra de tennis aonde ele cai e meio que enlouquece. Na ocasião estávamos apenas matando tempo, mas basta estuda-lo e eu percebi isso. Você manda um ollie e em seguida empurra para baixo o pé da frente.”

Ainda assim, ele não levava muito a sério.
“Eu gostei da sensação, mas pensei mesmo assim, que era uma espécie de manobra de circo.”
Enquanto isso, o resto do mundo do skate estava machucando suas canelas para recuperar o atraso. Mas como tempo as variações no Vert surgiram, o Impossible foi considerado rudemente ilegal e banido do skate por razões aparentemente arbitrárias.
“Lembro-me de lamentar que o Impossible estava fora” diz Howell. “Eles são top, e você pode faze-los rápido. Havia muito poder potencial, mas eu não tinha certeza do inferno que seria para quem fosse pego o fazendo.”
Muellen atribui sua queda acentuada na popularidade à sua semelhança com uma das maiores tricks do skate que teve “pouca vida”. “Ele tem um escopo real, arrastando naturalidade e foi empurrado para fora, junto com os pressure flips ” diz Muellen. Os pensamentos de Howell sobre o porque o Impossible caiu em desgraça ecoam Muellen.
“Impossibles eram legais. Então os pressure flips ficaram legais. Mas em seguida, todas as manobras nesse estilo desapareceram. Qualquer coisa que tivesse um escopo diferente usando os pés para fora foram posto pra fora.”



Dylan Rieder, um Ollie Impossible sobre um banco
Dylan Rieder, um Ollie Impossible sobre um banco


O RENASCIMENTO
Por um tempo, Templeton parecia ser o único skatista mandando o Impossible pra valer. Mas no inicio dos anos 2000, jovens skatistas tinham começado a experimenta-lo novamente.
Mike Mo Capaldi popularizou uma variação que incluiu late back-foot flip. Breve o bastante, Dylan Rieder estava mandando eles por debaixo e sobre as coisas. E os outros o seguiram.
O Impossible é mais uma vez um marco. E desta vez, não existe o risco de desaparecer.
“Eu espero que ele continue a ser explorado, porque como esta sendo adaptado para o skate de rua agora é incrível” diz Muellen.
Ele cita Jamie Thomas com um Impossible 50-50 no vídeo Zero’s Cold War lançado em 2013 como um de seus favorito pessoal.
“Liguei para ele e estava indo pedir-lhe por aulas” ele diz. “ele tem um giro rápido.”


Traduzido por Leonardo Vieira Weiss fonte The Ride Channel













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